Homem de 72 anos, aposentado, com histórico de hipertensão arterial sistêmica (em uso de losartana 50 mg/dia), doença arterial coronarianaestável (AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia) e hiperplasia prostática benigna (em uso de tansulosina 0,4 mg/dia), comparece ao consultório com queixas de congestão nasal crônica, rinorreia hialina intermitente e gotejamento pós-nasal há aproximadamente 7 anos. Refere que os sintomas são perenes, sem piora sazonal definida, e nega prurido nasal ou ocular, assim como espirros em salvas. Tentou tratamento prévio com anti-histamínicos orais de segunda geração, sem melhora perceptível, e corticosteroides nasais tópicos, com melhora apenas parcial da congestão, mas com desenvolvimento de epistaxe e ressecamento significativo. Ao exame rinoscópico anterior, observam-se mucosas nasais atróficas, sem pólipos, com discreta rinorreia hialina. Qual das seguintes abordagens é a mais indicada para o manejo desse paciente?