Paciente masculino, 74 anos, com doença arterial coronariana multivascular conhecida, fração de ejeção de 35% e hipertensão arterial sistêmica, é submetido à cirurgia abdominal eletiva de grande porte sob anestesia geral. Durante o intraoperatório, apresenta hipotensão persistente, com pressão arterial média variando entre 60 e 65 mmHg, apesar de reposição volêmica adequada. Lactato sérico permanece estável e não há sinais clínicos evidentes de hipoperfusão periférica.
Considerando o perfil cardiovascular do paciente e o risco de lesão miocárdica perioperatória, qual conduta reflete melhor julgamento clínico nesse cenário?