A pancreatite aguda demanda abordagem nas
primeiras horas com reposição volêmica criteriosa
(cristaloides balanceados preferencialmente),
analgesia, metas de perfusão e início precoce de
nutrição enteral; antibióticos profiláticos não reduzem
necrose estéril e ERCP precoce limita-se a colangite ou
obstrução biliar persistente. Sínteses recentes
ressaltam metas fisiológicas de reanimação e vigilância
de complicações locais/sistêmicas. Qual conduta
resume de modo mais aderente esse núcleo de
recomendações?