Homem de 59 anos, com cardiomiopatia isquêmica, fração de ejeção de 28%, em classe funcional II da New York Heart Association, apresenta taquicardia ventricular sustentada documentada, revertida com cardioversão elétrica. Não há indicação atual de cirurgia de revascularização. Qual estratégia terapêutica é mais adequada para redução de mortalidade nesse paciente?