Os transtornos de personalidade são caracterizados por padrões duradouros e inflexíveis de experiência interna e comportamento que desviam significativamente das expectativas socioculturais. Segundo Millon (1996), sua manifestação clínica exige avaliação criteriosa de dimensões afetivas, cognitivas, interpessoais e de controle de impulsos, sendo sua intervenção um desafio psicoterapêutico e institucional em virtude da rigidez estrutural e da baixa responsividade ao tratamento convencional.
À luz dessa concepção, assinale a alternativa que melhor expressa os critérios clínicos e teóricos relativos aos transtornos de personalidade: