Essa modalidade “leitura livre” era desenvolvida, então, diariamente, sempre que a aula correspondia ao primeiro horário. No segundo período da manhã, além de o tempo ser curto (justificativa da professora), alunos e professores já deviam estar organizados para o desenvolvimento da atividade que iria ser executada.
A “leitura livre” parece não se caracterizar como uma atividade escolar/trabalho escolar correspondente à aula, talvez porque fosse desenvolvida sem o objetivo escolar de “ensinar/aprender alguma coisa” e avaliar o que se aprendeu. Não correspondia, então, à aula em si. A aula como a professora solicitava aos alunos que interrompessem suas leituras para que a “aula” pudesse começar é representativa dessa questão: “Sentem-se agora, gente. Vamos começar o trabalho. Psiuu!”
(Albuquerque, 2006)
De acordo com a autora, o procedimento denominado “leitura livre” era