Consiste numa organização político-econômica oposta às concepções neoliberalistas, fundamentada na afirmação do Estado como agente indispensável de controle da economia, com o objetivo de conduzir a um sistema de pleno emprego. Teve forte influência na renovação das teorias clássicas e na reformulação da política de livre mercado, defendendo a intervenção do Estado na economia e atribuindolhe o dever de introduzir e/ou ampliar os programas sociais destinados à população, comprometendo-se com o desenvolvimento de políticas sociais. Esta teoria pode ser identificada pelo (a):