"Um determinado professor explicava o conceito saussuriano de signo escrevendo, com uma das mãos, no quadro negro, a palavra "nariz" e apontando, com a outra, para o seu próprio nariz. Ensinava que a palavra escrita é o significante e o órgão para o qual apontava, o significado." (FIORIN, 2007, p.489). Por meio dessa história, a personagem propaga um conceito equivocado de língua, que contraria os pressupostos saussurianos os quais, por sua vez, percebem