Durante horário de formação continuada, ao ler o livro “Ler e escrever na escola – o real, o possível e o necessário” o grupo de professores passou a discutir sobre práticas que a escola poderia adotar, na expectativa de transformar a escola em uma microssociedade de leitores e escritores, conforme propõe a autora.
A partir de uma perspectiva construtivista, na qual prevê que, sim, é possível ler na escola, Lerner (2002) afirma e defende que, na escola, cada situação de leitura deve