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1600221 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600221-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Para melhorar o retorno venoso e evitar o aumento da PIC, o enfermeiro deve posicionar esse paciente em Trendelembrurg, 15º a 20º .

 

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