Considere o seguinte texto sobre argumentação e convencimento:
Uma boa argumentação abre portas. É o que se acredita desde a Antiguidade, quando as primeiras técnicas retóricas foram criadas para convencer e persuadir o público de uma ideia que, independentemente de ser verdadeira, é eloquente.
Numa era de informação global, no entanto, em que comunicar está na base das relações pessoais e profissionais, estar familiarizado com as principais formas de convencimento virou um trunfo de mão dupla: quem sabe a importância de convencer alguém saberá também não cair tão fácil na primeira lábia de um interlocutor.
“Num mercado altamente competitivo e em acelerada mudança, a habilidade de comunicar ideias e convencer as pessoas da necessidade de mudança é essencial. Nessas circunstâncias, o domínio das técnicas de persuasão cria um diferencial valioso”, diz Jairo Siqueira, consultor em criatividade e negociação.
A última ressaca eleitoral que o diga, depois que o debate se intensificou, mostrando a importância de separar o joio de uma falácia do trigo de um bom argumento, não só durante o horário eleitoral gratuito, como também na imprensa, no bate-papo de bar, nos comentários em ônibus e táxis, nas mensagens de internet, mesmo nas conversas casuais e informais do dia a dia.
(Adaptado de Revista Língua Portuguesa, out. 2010, p. 42.)
Com relação à citação do terceiro parágrafo, é correto afirmar que Jairo Siqueira reforça a tese de que:
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