O relacionamento entre terapeuta e paciente pode dar ao profissional a oportunidade de exibir um comportamento diferente do comportamento destrutivo ou improdutivo do genitor do paciente, às vezes, neutralizando ou revertendo alguns efeitos dos erros dos pais. Se o paciente teve pais excessivamente autoritários, a atitude amigável, flexível, sem juízo de valor e não arbitrária – mas por vezes firme e estabelecedora de limites – do terapeuta dá a ele uma oportunidade de se adaptar, se identificar e ser conduzido por uma nova figura paterna. Esse processo que pode se dar em terapias focal e de apoio e se vale da psicanálise é chamado de: