Considere o seguinte caso: recém-nascido de 32 semanas de gestação, com peso ao nascer de 1.545 gramas; polidramnia gestacional e ecocardiograma fetal com persistência do canal arterial e comunicação interatrial; portador de Síndrome de Down e sem outras malformações aparentes. Na sala de parto, tentou-se passar sonda nasogástrica, porém sem progressão. Encaminhado para unidade de terapia intensiva devido à prematuridade. Evoluiu com distensão abdominal e resíduo gástrico bilioso. A radiografia de tórax e abdome é mostrada na Figura 1 a seguir. Com base nessas informações, a patologia cirúrgica que pode estar presente é:

Figura 1