Analise o fragmento a seguir:
“[...] muitos professores pensam no Construtivismo como método de ensino ou método de alfabetização; há quem o defina como um “conjunto de regras” ou de técnicas que devem ser seguidas (recortar letras para “construir” palavras; usar letra de fôrma maiúscula), enquanto para outros, seguir o Construtivismo é “deixar a criança solta”. Mas muitas vezes, a ideia de que o aluno é o “centro fundamental do processo de aprendizagem”, tão cara ao Construtivismo, acompanha-se da afirmação de que ele deve ter, também, “o sofrimento de prestar atenção”.
(Fonte: CHAKUR, Cilene Ribeiro de Sá Leite. A desconstrução
do construtivismo na educação: crenças e equívocos de professores, autores e críticos [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2015, p. 58.)
As críticas da autora no texto mencionado afirmam que o construtivismo é visto de forma equivocada por muitos professores.
Chakur fez um levantamento da forma equivocada que muitos professores concebem o construtivismo e elencou algumas falas que remetem a este equívoco que são:
I. A aula construtivista sempre parte do concreto.
II. O papel do professor no construtivismo é ser um facilitador.
III. No construtivismo, não se deve usar cartilha para alfabetizar.
IV. O construtivismo condena a tabuada porque só requer “decoração”.
V. No construtivismo, não se deve reprimir a criança para poupá-la de uma neurose quando adulta.
VI. As noções como classificação, seriação e conservação de quantidades contínuas seriam os objetos da aprendizagem escolar.
Os equívocos elencados pela autora estão apresentados em