Sintomas respiratórios associados à obstrução crônica das vias aéreas inferiores, geralmente em decorrência de exposição inalatória prolongada a material particulado ou gases irritantes, são característicos da doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC. A gravidade de um paciente com DPOC depende do grau de obstrução ao fluxo de ar bem como da intensidade dos sintomas, como falta de ar e diminuição de capacidade para a realização das atividades diárias. Com relação à classificação da gravidade da DPOC, assinale a alternativa que traz a respectiva correlação, na ordem de cima para baixo:
I. Estágio I – Leve.
II. Estágio II – Moderada.
III. Estágio III – Grave.
IV. Estágio IV – Muito grave.
II. Estágio II – Moderada.
III. Estágio III – Grave.
IV. Estágio IV – Muito grave.
( ) Neste estágio, a qualidade de vida está bastante afetada e as exacerbações são mais frequentes e graves. Hipoxemia ou dispneia na ausência de distúrbio obstrutivo à espirometria apontam para diagnósticos alternativos.
( ) Neste estágio o indivíduo pode não ter percepção de que sua função pulmonar está anormal. Não deve ser perdida a oportunidade para o diagnóstico precoce, devendo todo tabagista ser questionado sobre sintomas e orientado a parar de fumar. Na presença de sintomas, solicitar espirometria.
( ) Sintomas contínuos, geralmente com incapacidade para tarefas da vida diária, acarretando dependência e dispneia.
( ) Ocorre maior percepção dos sintomas, se relacionado com os sinais iniciais.