Ao analisar a trajetória da política educacional brasileira, Dermeval Saviani (2008) identifica que as limitações do setor não são meros percalços conjunturais, mas sim o resultado de duas características estruturais que atravessam a ação do Estado desde as suas origens: a resistência histórica das elites à manutenção do ensino público e a descontinuidade das medidas educacionais. Ao descrever as sucessivas reformas que 'recomeçam da estaca zero', o autor utiliza as metáforas do 'ziguezague' e do 'pêndulo'.
Com base nessa interpretação, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a visão do autor sobre os entraves à universalização da educação no Brasil: