Em um complexo agroindustrial que integra produção
e processamento de lácteos, alinhado aos objetivos de
sustentabilidade e segurança alimentar previstos na
Portaria MAPA n.º 745, de 20 de dezembro de 2024
(Plataforma Agro Brasil + Sustentável), e
contribuindo para a cadeia de abastecimento
(relevante para iniciativas como a Cesta Básica do
Decreto n.º 11.937/2024), o controle microbiológico
da matéria-prima leite cru é crucial. O leite, após a
ordenha, é submetido a resfriamento rápido e
armazenado em tanques antes do processamento.
Durante a fase de pasteurização, há um controle
rigoroso de tempo e temperatura.
Nesse sentido, o microrganismo deteriorante que, apesar de não ser patogênico, representa o maior desafio para a vida útil do leite pasteurizado refrigerado, devido à sua capacidade de formar esporos termorresistentes que sobrevivem à pasteurização, e a principal alteração sensorial, causada por sua atividade no leite, são:
Nesse sentido, o microrganismo deteriorante que, apesar de não ser patogênico, representa o maior desafio para a vida útil do leite pasteurizado refrigerado, devido à sua capacidade de formar esporos termorresistentes que sobrevivem à pasteurização, e a principal alteração sensorial, causada por sua atividade no leite, são: