D. Helena, 64 anos, infartada há 6 anos, apresentava em sua última avaliação ecocardiográfica, há 2 meses, fração de ejeção em repouso 38%; ela faz uso irregular de suas medicações para o coração, apresentou quadro de erisipela há 1 semana. Comparece hoje à emergência bastante dispneica, apresentando crepitações pulmonares bilaterais até o terço médio pulmonar, turgência jugular bilateral, B3 à ausculta cardíaca, bordo hepático de 3cm abaixo do rebordo costal, moderado edema de membros inferiores, pressão arterial 110x80mmHg, frequência cardíaca 105bpm. Diante do quadro atual, além de oxigênio, qual deve ser a conduta mais adequada para essa paciente?