Em relação aos processos de subjetivação contemporâneos, assinalar a alternativa CORRETA.
A representação fálica, na atualidade, goza de ampla legitimidade junto ao tecido social, garantindo ao sujeito referenciais seguros na sua jornada existencial.
Destituídos da tradição para se apoiar, recai sobre os sujeitos a necessidade de encontrar neles mesmos o que deveria vir de alhures.
A figura do homo sacer, proveniente do direito romano, desponta como modelo paradigmático daquilo que temos observado em tempos de excessiva proteção jurídica aos sujeitos.
A torrente imagética ofertada pelas redes sociais tem potencializado a qualidade da relação dos sujeitos com a dimensão da experiência, tomada enquanto conceito ético-estético-político.
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