A conciliação medicamentosa constitui estratégia fundamental para a prevenção de erros relacionados a medicamentos durante as transições do cuidado. Em um hospital terciário, um paciente idoso é admitido na Unidade de Terapia Intensiva após a transferência de outro serviço, apresentando divergências entre a prescrição de internação e os medicamentos de uso domiciliar. De acordo com as práticas de farmácia hospitalar, a conciliação medicamentosa tem como principal objetivo: