A esquizofrenia, no escopo das psicopatologias graves, constitui um transtorno psicótico crônico cuja etiologia multifatorial envolve predisposições neurobiológicas, fatores psicossociais e disfunções cognitivas. Desde a formulação original de Bleuler (1911), que substitui o conceito de demência precoce proposto por Kraepelin, compreende-se que a esquizofrenia não se define apenas por sintomas produtivos (como delírios e alucinações), mas também por alterações formais do pensamento, embotamento afetivo e disfunções no funcionamento social e ocupacional. O DSM-5 categoriza os sintomas em positivos, negativos, cognitivos e afetivos, reforçando a heterogeneidade do quadro clínico e a necessidade de avaliação funcional abrangente. Com base nesse arcabouço conceitual e diagnóstico, assinale a alternativa que expressa uma manifestação clinicamente típica da esquizofrenia: