Paciente com diagnóstico recente de HIV/AIDS, com CD4 de 34 ao diagnóstico. Iniciou TARV (terapia antirretroviral) com o esquema habitual tenofovir (TDF), lamivudina (3TC) e dolutegravir (DTG) há 5 dias.
Hoje, na consulta de retorno no pronto-socorro, busca o resultado de exame de fezes, pois tinha queixa de diarreia crônica havia quase um mês. O resultado do exame mostra a presença de oocistos de Cryptosporidium parvum.
Qual a conduta mais adequada?