(...) é possível afirmar que existem dois grandes modelos de práticas de educação em saúde. Desse modo, enquanto um modelo assume o indivíduo como foco de sua prática, enfatizando as mudanças de hábitos e comportamentos individuais, o outro modelo tem por objetivo ampliar o poder da comunidade para que, mediante a ação coletiva, os problemas de saúde possam ser enfrentados. O primeiro modelo de educação em saúde, portanto, pode ser chamado de modelo tradicional, ainda hegemônico no país (ASSIS, 1998). O segundo modelo, emergente a partir da década de 1970 e caracterizado pelas críticas ao modelo tradicional hegemônico, é denominado modelo crítico (ASSIS, 1998) ou modelo participativo, tendo em vista o papel relevante que confere à participação comunitária.
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(Silva e Senna, 2013.)
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São características do modelo participativo, EXCETO: