A imprensa sergipana noticiou recentemente que os transplantes de órgãos em Sergipe não avançam e apontam que, culturalmente, os brasileiros resistem à idéia da doação de órgãos. A matéria enfatiza ainda que, mesmo com publicidade cara, com a participação de artistas, com anúncios e campanhas, as pessoas ainda têm dificuldade em aceitar a retirada de órgãos próprios e de seus familiares, mesmo que estejam clinicamente mortos.
Internet: www.correiodesergipe.com.
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue os itens de 91 a 95, rerlativos ao comportamento do doador potencial de órgãos.
Nos casos de transplantes intervivos, o doador geralmente é um familiar e a doação é praticamente compulsória, conforme a compatibilidade, não requerendo intervenção psicológica junto ao doador.