Para Freire (1996), o(a) professor(a) ao não respeitar a curiosidade do estudante, ou mesmo quando ironiza o aluno, e manda que “ele se ponha em seu lugar”, de forma autoritária, age como aquele(a) que se exime do cumprimento de seu dever de ensinar, que é licencioso ao não respeitar a experiência formadora do estudante. Para o autor, é preciso que os sujeitos se tornem radicalmente éticos e a maneira de fazê-lo deve ser pela: