“(...) enquanto o primeiro trabalha com a persuasão – tentativa organizada de manipular as opiniões para uma ação determinada, utilizando meios indiretos –, o jornalista de AI é um intermediário no processo informativo, ou seja, é responsável pela circulação da informação do assessorado até o público, sem que devam ser incluídos nesse processo, os componentes pressão e manipulação.”
(Kopplin, Elisa & Ferraretto, Luiz Artur, 2000)
O termo sublinhado no texto do livro “Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática” diz respeito a uma ação que define seu executor como: