“A ideia de que a criança atravessa normalmente, por volta da metade do primeiro ano de vida, uma crise (...) provocada pelo temor de perder a mãe, temor que revela o surgimento de uma preocupação pelo objeto e, portanto, do amor objetal. A maneira pela qual esta crise é vivida e os métodos utilizados para superá-la são determinantes no que concerne à formação da personalidade e ao destino ulterior (considerado do ponto de vista da saúde mental) do indivíduo.”
(Petot, Jean-Michel)
Nos estudos psicanalíticos kleinianos, a citação refere-se ao essencial constitutivo do que Melanie Klein denomina de: