Sobre a doença de Wilson (DW), cujo grau de manifestação interfere diretamente no equilíbrio corporal do elemento cobre no organismo humano, é correto afirmar:
Os efeitos tóxicos do acúmulo de cobre acontecem em vários locais, mas não se manifestam nos rins e nas células sanguíneas.
O cobre deposita-se nos tecidos orgânicos, onde promove lesão por diminuição da produção de radicais livres e aumento das defesas antioxidantes.
O anel de Kaiser-Fleisher está presente na grande maioria dos pacientes acometidos pela doença hepática.
O acúmulo de cobre pode extrapolar os limites do fígado e os efeitos tóxicos manifestam-se no sistema nervoso central, afetando a substância branca do cérebro e do cerebelo.
Mutações no gene ATP7B acarretam defeito no transporte do íon do sangue para a bile, em nível de complexo de Golgi dos hepatócitos.
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