Na reconstrução mamária pós-mastectomia em pacientes jovens, diferentes técnicas podem ser empregadas. Considerando os aspectos funcionais, estéticos e impacto psicossociais, a técnica que apresenta maior benefício global é:
Inclusão imediata de prótese de silicone, que oferece resultado rápido e menos invasivo, mas pode apresentar complicações como contratura capsular e perda de naturalidade.
Reconstrução exclusiva com enxertos de pele parcial, que não garante volume adequado e compromete resultado estético e funcional.
Retalho TRAM ou DIEP, que utiliza tecido abdominal vascularizado, permitindo reconstrução volumétrica natural, preservação parcial da sensibilidade e resultado estético duradouro, ainda que envolva maior complexidade cirúrgica.
Utilização de expansores teciduais definitivos, que permitem ganho de pele, mas não substituem adequadamente o volume mamário.
Reconstrução tardia com retalho dorsal largo, que pode ser opção em casos selecionados, mas apresenta limitações estéticas e funcionais em pacientes jovens.
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