Embora o ciclo das grandes navegações tenha ocorrido nos séculos XV e XVI, foi só no século XIX, em 1872, que se lançou ao mar um navio com a missão de estudar cientificamente os oceanos. Este navio, o H. M. S. Challenger, fez uma viagem de circunavegação de quatro anos. De seu trabalho resultaram nada menos que 50 volumosos livros com resultados das observações, coletas e análises executadas. Sobre a expedição que obteve as primeiras informações, por exemplo, sobre a Cordilheira Mesoatlântica, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Planície Abissal.
2. Cordilheiras Mesoceânicas.
3. Fossas oceânicas.
4. Bacia Oceânica.
5. Colina Abissal.
Coluna 2
( ) É um pequeno monte que se eleva de poucos metros até uma centena de metros, nunca ultrapassando os 1.000 m.
( ) Apresentam microrrelevo tão pequeno que os perfis batimétricos não revelam qualquer irregularidade. São originalmente áreas rugosas que, com ação das correntes de turbidez, são cobertas por uma espessa camada de sedimentos marinhos que atravessam a camada d’água, acomodados lentamente pelas águas oceânicas, preenchendo as rugosidades do fundo, tornando-o plano.
( ) Apresentam profundidades maiores que qualquer elevação continental. Têm largura média de 100.km e baixa declividade.
( ) Corresponde às depressões do fundo oceânico, situadas entre as margens continentais e as cordilheiras oceânicas a, aproximadamente, 5.000 m de profundidade, nela encontramos o piso abissal com as planícies e colinas, as elevações oceânicas e os montes submarinos.
( ) São estruturas que dividem os oceanos ao meio, com exceção do Oceano Pacífico. As cordilheiras consistem em montanhas submarinas que crescem a partir de uma zona rugosa: o rift.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: