Uma professora com perfil de orientadora pedagógica da rede municipal de São Gonçalo foi designada para ler e assinar os relatórios de avaliação diagnóstica dos alunos de uma turma de 5º ano. Ao finalizar a leitura, a orientadora pedagógica percebeu alguns erros de coesão e coerência, e diante disso, conversou com a professora da turma em particular, sugerindo algumas melhorias na escrita dos relatórios. O objetivo das sugestões feitas era tornar mais evidente as intervenções que foram realizadas com os alunos e, com isso, valorizar e aprimorar os documentos produzidos pela professora. Segundo Libâneo (2010), a orientadora pedagógica agiu: