A construção territorial do Brasil foi atravessada por lógicas exógenas de acumulação, discursos de modernização e estratégias de ocupação funcional do território, particularmente evidentes durante o regime militar. Autores como Porto-Gonçalves e Becker analisam a expansão da infraestrutura como instrumento de controle espacial e subordinação das populações tradicionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma crítica fundamentada à política de integração nacional via rodoviarismo durante a ditadura civil-militar: