Durante a pandemia de COVID-19, homem de 25 anos, com histórico de asma e obesidade, é admitido no hospital com febre, dispneia progressiva associada a tosse e sibilância. Tratado para exacerbação de asma com broncodilatadores e corticoide sistêmico intravenoso (metilprednisolona 40 mg/dia). Após melhora da dispneia nas primeiras 48 horas, apresenta piora importante da dispneia, taquipneia com esforço, saturação de 80% com uso de máscara com reservatório (FIO2 > 90%). Rx de tórax com infiltrado bilateral. Ele é transferido para a Unidade de Terapia Intensiva, colocado em Ventilação Mecânica (VM), sendo iniciados tratamento com antibióticos de amplo espectro, sedação e uso de bloqueadores neuromusculares. Lavado broncoalveolar revelando predominância de neutrófilos, bacterioscopia sem germes e PCR para novo coronavírus detectado. Após 1 hora de VM assistida, a relação PO2/FIO2 é menor do que 100, e o paciente é submetido à manobra de pronação. Após, nova gasometria arterial com PO2 de 42 em VM com FIO2 100%.
Com relação a esse caso, qual é a conduta adicional mais adequada?