Em programas de controle biológico do Aedes
aegypti, uma das estratégias descritas nas
Diretrizes Nacionais (MS, 2025) consiste na
introdução de mosquitos infectados com a
bactéria Wolbachia, capazes de reduzir a
viabilidade da prole quando acasalam com
indivíduos selvagens. O fenômeno reprodutivo
que explica essa inviabilidade embrionária,
resultante da interferência bacteriana durante o
desenvolvimento dos ovos, denomina-se: