Ao analisar a gênese do serviço social brasileiro, especialmente a década de 40, Marilda Iamamoto percebe uma direção profissional com caráter de apostolado fundada em uma abordagem da "questão social" como problema moral e religioso. Nesse período, o que fundamentava a atuação profissional era o discurso humanista cristão com o suporte técnico-científico de inspiração na teoria social positivista, denominado pela autora como: