Um hospital público regional de referência em urgência e trauma apresenta superlotação persistente no setor de emergência, com pacientes aguardando leito de enfermaria por tempo superior a 72 horas. A direção hospitalar, em reunião com a Central de Regulação de Internações, alega que os leitos estão todos ocupados e que não há possibilidade de ampliar as internações. Ao analisar os dados disponíveis, o médico regulador identifica taxa de ocupação hospitalar de 91%, tempo médio de permanência de 14,2 dias e índice de giro de leito de 1,5 paciente/leito/mês. Nesse contexto, a instância intra-hospitalar cuja implantação é recomendada pela Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP) para atuar na interface entre a gestão interna de leitos e a Central de Regulação é: