A moralidade interna, aquilo que em linguagem comum costumamos chamar de consciência ou moralidade, o nosso conceito de certo e errado, um forte e poderoso conjunto (em larga medida inconsciente) de ordens e/ou crenças que construímos ao longo da vida foi denominado por Sigmund Freud de Superego. Segundo a teoria da personalidade freudiana, essas bases começam a se formar: