Visto que frente à morte não há o que ser feito, muitas vezes o que as pessoas enlutadas precisam, principalmente em um hospital, é apenas a compreensão da sua forma de externalizar o luto. Sobre o acompanhamento psicológico com familiares enlutados de pacientes terminais, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Dar acolhimento, deixar a pessoa falar, desabafar, chorar etc. O importante para que isso ocorra com eficácia é ter um vínculo estabelecido, ou seja, é condição fundamental ter acompanhado o paciente (e os familiares) durante o seu período de internação.
( ) O psicólogo deve controlar sua própria ansiedade no ímpeto de querer ajudar. O excesso de estímulos vindo do exterior do núcleo familiar pode ser estressante.
( ) Incentivar a família a fazer uma avaliação geral de como estavam quando souberam do diagnóstico, como estão e como imaginam que sairão da situação; sendo pertinente nesse momento fazer o encaminhamento, caso necessário.
( ) Deve-se evitar falar sobre o prognóstico com o paciente nas intervenções, mesmo quando o tema for iniciado por ele, já que esse fato pode acarretar um quadro depressivo de difícil manejo e piorar sua situação de saúde.
( ) Para concluir o trabalho de luto, a libido deve ser retirada do objeto perdido e transferida para um novo objeto. A aceitação da perda e o estabelecimento de novas relações objetais são condições fundamentais para a elaboração do luto.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.