A identificação precoce da disfagia é necessária para proporcionar ao paciente segurança na ingestão por via oral e, dessa forma, minimizar os riscos de complicações futuras inerentes à broncoaspiração. No decorrer da avaliação fonoaudiológica em disfagia, é perceptível a importância de saber acerca dos fatores que causam ou acentuam as alterações de deglutição (Silva, 2018, 2019, 2020). Paciente, com idade de 3 anos, sexo masculino, foi avaliado pelo Fonoaudiólogo. Foi relatado que desde os 8 meses iniciou o trabalho fonoterapêutico precoce. Mas, apenas agora os profissionais que o acompanha encaminharam para avaliação fonoaudiológica. Foram detectados, na avaliação oromiofuncional, reflexos orais primitivos de busca, mordida e náusea exacerbados, hipersensibilidade peri e intra-oral, além de hiperfuncionalidade de língua. Em relação à alimentação, observou-se que o paciente se engasga com líquidos, não suga canudo, não mastiga, a consistência é basicamente pastosa sem grumos e demora muito para deglutir. Na disfagia orofaríngea há fatores preditivos que indicam uma alteração de deglutição, durante a avaliação clínica, tais como:
I - Tosse.
II - Engasgos.
III - Alterações gastrointestinais.
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