A vida e a obra do psiquiatra francês Louis Le Guillant levantou questões – no período que vai da década de 1940 até a de 1960 – que são ainda hoje absolutamente relevantes, no campo da Psicologia e da Psicopatologia do Trabalho. O que Le Guillant procurou enfatizar, entretanto, não foi a condição social patogênica em si, mas acima de tudo as contradições, incompatibilidades e conflitos que essa condição contém e que ela tenta impor ao sujeito. Ou seja, o humano nunca está apenas passivo, reduzido à condição em que ele se encontra, pois que elas não só suscitam resistências como atividades inesperadas. Pode-se afirmar que suas proposições se caracterizam por
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