Sobre o desenho de cargos pode-se afirmar:
Atualmente na administração de recursos humanos, os cargos são projetados de acordo com o modelo de fazer e de não pensar.
Tem como pressuposto que o homem é um apêndice da máquina, um mero recurso reprodutivo.
O atual modelo repousa na presunção de estabilidade e de permanência em longo prazo do processo produtivo.
Considerando a pertinência da fragmentação de tarefas, o desenho de cargos restringe-se a uma boa descrição que permita a execução das tarefas simples e repetitivas
O modelo humanista procura incrementar a interação entre as pessoas e seus superiores e participação em algumas decisões acerca das tarefas da unidade.
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