A questão toma por base o texto abaixo:
O desemprego causado por tecnologia(b) não é exclusividade do nosso tempo. O modelo de máquinas tomando o lugar das pessoas vem desde pelo menos 350 a. C., com Aristóteles perguntando o que seria do servo(a) quando a lira tocasse sozinha. Mas foi dois mil anos depois do filósofo(a), com a Revolução Industrial(e), que a coisa(b) ficou séria. Na Inglaterra do século 19, os operários destruíram fábricas que substituíam trabalhadores braçais por máquinas a vapor. A maior parte dos economistas(c) apontaria que não adianta se revoltar porque a história das “revoluções produtivas” é uma história de desemprego momentâneo. Quando as máquinas começaram a tomar os empregos em fábricas, essas pessoas(c) foram para o campo dos serviços. Essa foi a receita(d) de progresso econômico até aqui: a tecnologia tirava empregos em um primeiro momento, depois o aumento da produtividade(d) criava mais riqueza; e essa riqueza(e) dava à luz mais empregos.
(Adaptado de Pedro Burgos, O fim dos empregos. Superinteressante, setembro de 2013)
Nas relações de coesão do texto,