Maria Eveline Pinheiro (in Veiga, 1998) afirma que “Muito se tem criticado e buscado a superação dos currículos que apresentam seus componentes curriculares como elementos estanques, determinando características independentes para os objetivos de ensino e de aprendizagem. Se o trabalho escolar tende a ser organizado de acordo com referenciais isolados, baseados, inicialmente, nas características de cada componente curricular, pode-se observar que, na sua aplicação, questões do cotidiano, relacionadas ao aprendizado e às características derivadas do contexto, tendem também a ser resolvidas isoladamente [...]”. Dessa situação, comenta Pinheiro, “Resulta, para o aluno, uma concepção fragmentada do trabalho escolar, de acordo com as características da matéria ou do professor (...)”. Para finalizar, ela pontua que a concepção que o aluno constrói do trabalho escolar fica sem relação com