Menina de 9 anos, previamente hígida, evolui com
quadro subagudo de alteração comportamental, irritabilidade, déficit de memória recente, episódios de discinesias
orofaciais e duas crises epilépticas focais nas últimas 48
horas. Há flutuação do nível de consciência. A ressonância magnética de encéfalo é normal. O líquor mostra pleocitose linfocitária discreta, e o EEG evidencia lentificação
difusa.
A equipe considera encefalite autoimune provável,
mas discute se é necessário aguardar confirmação laboratorial de autoanticorpos para iniciar o tratamento imunomodulador.
Qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.