Em geral, quando se estudam os sintomas psicopatológicos, dois aspectos básicos costumam ser enfocados: a forma dos sintomas, isto é, sua estrutura básica, relativamente semelhante nos diversos pacientes (alucinação, delírio, ideia obsessiva, labilidade afetiva, etc.) (1ª parte), e seu conteúdo, ou seja, aquilo que preenche a alteração estrutural (conteúdo de culpa, religioso, de perseguição, etc.) (2ª parte). Este último é geralmente mais impessoal, dependendo de fragmentos da rotina do paciente, desconsiderando seu universo cultural e personalidade prévia ao adoecimento (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
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