Segundo Mcardle et al. (2015), a frequência, a intensidade, o tempo do exercício influenciam na prescrição do exercício, porém a variável mais importante continua sendo a intensidade do exercício. Segundo Karvonen, citado por Mcardle et al. (2015), os pesquisadores utilizaram diferentes intensidades do exercício para determinar a influência do repouso do exercício e da frequência cardíaca máxima sobre a resposta ao treinamento. Para o autor o aspecto ímpar do estudo incluía a constância da modalidade do exercício (corrida na esteira rolante); a duração (30 minutos), a frequência (4 ou 5 dias por semana) e o período do treinamento (4 semanas). Três frequências cardíacas funcionaram como medidas normativas: 1) Frequência cardíaca do treinamento (FCT), frequência medida durante o treinamento; 2) frequência cardíaca em repouso (FCR), medida todas as manhãs na cama, antes de levantar-se; 3) frequência cardíaca máxima (FCM), determinada antes e após o período de 4 semanas. O estudo, segundo os autores, pretendia manter constante a intensidade relativa do treinamento através de ajustes na velocidade da corrida, de forma que a FCT não diminuísse quando a aptidão cardiovascular melhorava. Os pesquisadores mostraram que, quando a frequência cardíaca estabelecia a intensidade do treinamento, a linha limítrofe entre o treinamento efetivo e inefetivo ultrapassava ligeiramente os 60% da intensidade percentual do treinamento, assim, os autores recomendam que a FCT deva alcançar pelo menos 60% da T int e de preferência 70% da T int. (p. 330).
Qual método abaixo é melhor para se avaliar a capacidade cardiorrespiratória: