No Brasil, o modelo de psicodiagnóstico, desenvolvido por Ocampo et al. (2005) e Arzeno (2003), tem norteado o trabalho de grande parte dos profissionais da área. Além dele, o modelo fenomenológico (ANCONA-LOPEZ, 1995) também é muito utilizado. O psicodiagnóstico fenomenológico introduziu algumas mudanças significativas no modelo psicanalítico proposto por Ocampo et al. (2005) e Arzeno (2003). Dentre suas inovações, destacam-se:
I. considerar o processo psicodiagnóstico uma prática interventiva;
II. propor que a devolução seja feita durante o processo e não ao final;
III. enfatizar o sentido da experiência dos envolvidos no processo;
IV. redefinir a relação paciente-psicólogo em termos de poder, papéis e realização de tarefas.
Dos itens acima, verifica-se que está(ão) correto(s)