Segundo o último consenso da Sociedade Europeia de Gastroenterologia (UEG), publicado em 2017, referente à esofagite eosinofílica, é INCORRETO afirmar:
Para o diagnóstico de esofagite eosinofílica, é importante que outras causas sistêmicas e locais de eosinofilia esofágica sejam descartadas.
Pacientes adultos que atingem a remissão clínica e histológica com o uso de inibidores da bomba de prótons têm como diagnóstico outra entidade, que não a esofagite eosinofílica.
O sexo masculino é um importante fator de risco para a esofagite eosinofílica em adultos e crianças.
Para o diagnóstico, ao menos 6 fragmentos de biópsias devem ser obtidos, de pelo menos 2 localizações diferentes do esôfago.
A coloração com hemotoxilina-eosina, normalmente, é suficiente para o diagnóstico histológico.
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