Gramática, língua e preconceito
A gramática normativa é um compêndio de regras importantes para a manutenção do idioma. Imagine se não tivéssemos um manual que pudéssemos consultar na ocorrência de uma dúvida? Imagine se as regras não existissem e, por esse motivo, cada falante resolvesse estabelecer suas próprias normas? Viveríamos em uma verdadeira “torre de Babel” e nossa língua portuguesa estaria fadada ao esquecimento. Sendo assim, quando os linguistas falam em preconceito linguístico, não estão propondo que os falantes rasguem a gramática, mas, sim, que considerem as duas modalidades do idioma: oral e escrita, assim como a existência de uma língua culta e de uma língua coloquial. Dizer que alguém “fala errado” desconsidera diversos fatores extralinguísticos, como as variantes existentes em cada comunidade, cada região, cada contexto cultural.
( Adaptado.Disponível em : http://portugues.uol.com.br/redacao/variacoes-linguisticas-preconceito-linguistico.html)
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