Para Maria Tereza E. Mantoan (2006), a reviravolta dos sistemas escolares em direção à construção da educação inclusiva requer, entre outros, a
divisão dos alunos em normais e deficientes, com modalidades de ensino regular e especial, e professores especialistas para atender necessidades educativas especiais do alunado.
extinção das categorizações e, consequentemente, das oposições excludentes que colocam o aluno na condição de normal ou de deficiente.
categorização dos alunos a partir dos resultados da avaliação dos processos de aprendizagem, com adaptações curriculares que contemplem as dificuldades da aprendizagem detectadas.
organização das classes por capacidade de aprendizagem dos alunos e avaliação diagnóstica daqueles que apresentarem mais dificuldades.
organização das classes por potencialidades de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos, de forma a estimular a competitividade entre eles.
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